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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Dossiê D.U.S.T.: Ensaios de Capas

No início, os nomes dos episódios seriam nomes de filmes já existentes. A inspiração foi clara no "Cowboy Bebop", em que todos os episódios têm nome de músicas country. Mas, com receio de pegar mal pra mim depois do lançamento, optei pelo esquema das três palavras. Assim sendo, o primeiro episódio, que se chamava "Contatos Imediatos do Terceiro Grau", foi rebatizado de "Não Estamos Sós". Abaixo, outra pegada que as capas teriam: paródias dos pôsteres dos filmes.

Tipologia por Luiz Ulisses Bender; Arte por Vitor Hugo Mota

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Imagem elaborada por Vitor Hugo Mota, em 02 de Junho de 2006.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cast-O-Risco: Equipe Principal

Sabe aqueles episódios de seriado em que ninguém escreveu nada novo e colocam um episódio de "Olá! Hoje vamos relembrar os momentos marcantes desta temporada! Se você viu, relembre e se emocione novamente! Se não conhece, é uma ótima oportunidade de você conhecer esta turminha da pesada e suas altas confusões!"

Hoje, um pout-pourri dos membros da equipe principal e os atores escalados para interpretá-los. Divirta-se!
Elenco:
Amphiboy/Leonardo Marinho → Helder Agostini
Arqueiro/José Roberto Pinto → Murilo Couto
Capitão Falcão/Mário Moura → Carlos Casagrande
Dr. Kranio/Fernando Reis → Aílton Graça
Emissário/Miguel Katz → Tadeu Mello
Lebre Rubra/Eduarda Canavarro → Carla Diaz
Manopla/Moisés Mayer → Fernando Alves Pinto
Nervoso/Alexandre Martins → André Gonçalves
Oculto/Horácio Vasconcelos → Miguel Roncatto
Pacífica/Teresa Lupe → Erika Coracini
Pink Rocker/Isabel Vale → Sophie Charlotte
Poison Lan/Elaine Ikeda → Renata Sayuri
Primo → Matheus Rocha
Scan/João Pedro Santos → Guilherme Berenguer
Tori-Jin/Gabriel Braga → Rodrigo Andrade

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ano de Eleição, Ano de Promessas! - Parte 1

Conforme prometido durante praticamente 2 meses, chegou o momento em que o pôster de 2009 será exposto. Espero que eu não tenha feito um alarde tão grande a ponto de murchar o mais ávido leitor! É como dizem: "É o que tem pra hoje", hehehehe!
Como já foi dito antes: nunca fui um dos melhores desenhistas de cenário da face da Terra - muito pelo contrário. Mas entendendo a necessidade disto, estou treinando este aspecto falho para agregar mais valor ao meu traço.

O pôster com imagens de 2010 terá uma pequena reformulação, já que o de 2012 está em produção. Muitas revisões foram feitas e, em breve, serão expostas.

A imagem acima data de abril de 2009 e foi estampa de uma camisa que usei durante um bom tempo. Atualmente, tenho como mousepad.

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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 23/04/2009.
2) Fonte: TalentMix, em 2012; e por Vitor Hugo Mota, em 17/07/2010;
3) por Vitor Hugo Mota, em 21/08/2012.
IMAGENS EXTRA
Rodrigo Andrade, ator e compositor de Altinópolis/SP de 28 anos para interpretar Gabriel Freitas/Tori-Jin
 Atualização do visual de Zero Grau. Pensando num novo nome...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Dossiê DUST: Nunca Julgue Um Livro Pela Capa

De tocaia no Trajeto do Rastreador Bestial: Farejador
Farejador foi baseado no moderador de "Smallville Brasil" Wilber, que sempre teve um bom relacionamento com todo mundo. Tinha uma presença marcante e conseguia identificar com poucas buscas um membro da comunidade com intenções duvidosas ou um novo integrante desorientado quanto às normas de bom uso da ferramenta digital. A gente dizia que ele conseguia "farejar" problemas de longe. Com esta política boa praça e capacidade de rastrear os problemas, Wilber se tornou um tipo de predador-nato, que espreita seus agressores: um lobo. E qual o único "lobo" que temos em território tupiniquim? O Lobo-Guará. Sua pelagem foi fiel a este espécime. Mas como ele se tornou este lobisomem brasileiro?

Primeiramente, é preciso entender a gênese do personagem. Sua mãe era uma índia no sudoeste amazonense, membro de uma tribo com pouco contato com a população branca. Ainda jovem, a índia descobriu-se grávida e disse ao seu pai - o pajé - que tinha sido cortejada pelo lendário Mapinguari, uma criatura mítica das florestas amazônicas. A vergonha da sua filha estar grávida de um desconhecido e a influência de sua palavra fizeram com que o pajé decretasse a jovem índia como patrimônio místico da tribo e que sua gravidez deveria ser louvada. Mas, com a morte do conselheiro espiritual, a índia foi exilada por representar a maculação da cultura daquela tribo.

Vagando pelas florestas, logo a grávida foi acolhida por um líder ambientalista branco, William Bernardes. A paixão platônica pela índia fez com que o ambientalista jurasse assumir a paternidade da criança, dando-lhe todos os subsídios para que não fosse vítima - mais uma vez - da ignorância. Mas William nem imaginava que, ao fim de nove meses de gestação, a índia pariria um bebê que mais e assemelhava a um cão: nasceu com toda a estrutura de uma criança, mas com pêlos castanhos, pequenas presas finas na boca e almofadas nas palmas da mão e plantas dos pés e dedos, além das orelhas pontiagudas e do focinho escuro e molhado. Mantendo sua palavra e demonstrando um amor incondicional pela índia e sua cria, William reconheceu o bebê comos eu filho: Wilson Bernardes.

Mas, por medo de como as pessoas reagiriam à sua existência, William tratou de educar Wilson em casa, longe dos olhos da sociedade. Após a morte de William na mão de madeireiros clandestinos e dos abusos inferidos à sua mãe, Wilson decide fazer justiça pela selva que seu pai tanto defendia: espreitando pela copa das árvores, correndo pelas clareiras úmidas e atacando de trás de rochas, o jovem "Mapiguari" tornou-se uma Besta Vigilante implacável, mas com moral mais humana do que a dos que mataram seu pai. Wilson ataca seus oponentes e os entrega às portas da polícia florestal, mas pensa muito em cruzar a linha entre o correto e o eficiente.

Mas como surgiu o nome "Farejador"? Naturalmente, por se tratar de uma "Lenda Moderna" da Floresta Amazônica, Wilson não se preocupou em contrair um codinome. Mas, durante a aventura "Lei da Selva" - o 16º episódio da equipe - o jovem "mutante" vê a ação altruísta de quatro heróis da "cidade" contra exploradores inescrupulosos de tesouros perdidos: Arcanjo Zero, Capitão Falcão, Nervoso e Poison Lan. Vendo que nem todos os homens brancos (e mulher amarela) são ruins, Wilson decide apoiar o quarteto, com quem desenvolve uma amizade instantânea. Por ser um rastreador-nato, se guiar pelo nariz entre as árvores, ele recebe dos heróis o apelido de Farejador. Abaixo, imagens que datam de novembro de 2005 e janeiro de 2007, esta última figurando da ilustração coletiva publicada no dia 21 de Junho:
Farejador: a prova de que a qualidade de um produto está dentro da embalagem, e não nela.
Em setembro de 2007, um estudo de rotação de Wilson Bernardes/Farejador foi elaborado, dando um pouco mais de bestialidade ao personagem, usando o Lobo-Guará como base de pelagem do herói silvestre. Como Wilson não possui uma forma "humana", o estudo se limita ao que ele usa roupas mais rústicas e camufladas (uma bermuda e um boné - uma das coisas que o Wilber, da comunidade "Smallville Brasil", sempre usava).
Wilson Bernardes/Farejador: mais animalesco e mais sério.
Para um novo pôster dos Membros da Reserva, Farejador recebeu uma levíssima repaginada, onde a maior mudança ficou na mudança da cor da ponta de sua cauda e da parte interna das orelhas.
Farejador: "a selva é implacável. E eu sou seu agente."
E, para interpretar o nosso vigilante amazonense, pesquisei algum ator jovem, que esteja se destacando a um tempo em várias mídias, que tenha uma simpatia inocente e discreta, mas também possa parecer feroz e forte. Não me arrependo em ter selecionado Thiago Martins, ator e cantor carioca de 24 anos, que vem se destacando em novelas e que já esteve no cinema em obras como "Cidade de Deus" e "5x Favela", para ser o intérprete de Wilson Bernardes/Farejador.
Thiago Martins, 24 anos, ator e cantor carioca
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Imagem:
1) Fonte: Cutting The Days - DevianArt, em  08/04/2007;
2) por Vitor Hugo Mota, em 29/11/2005 & 29/01/2007;
3) por Vitor Hugo Mota, em 21/09/2007;
4) por Vitor Hugo Mota, em 20/08/2012;
5) Fonte: UOL Entretenimento - Televisão, em  27/07/2011;
6) por Vitor Hugo Mota, em 18/05/2005, 20 & 21/12/2006;

ILUSTRAÇÃO BÔNUS
Capitão Falcão/Mário Moura: em versão uniformizada, ambas de 2006; e civil, de maio de 2005.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dossiê DUST: O Show de Pink Rock!

Palhetando o sucesso de Trajeto da Dama de Ferro: Pink Rocker
Mais uma vez volto a falar dos membros mais jovens da equipe de heróis. Desta vez, a última menor de idade do grupo tem seu dossiê aberto: Pink Rocker. Inspirada na membro de "Smallville Brasil" Natália Martins, esta heroína consegue converter energia luminosa em vibrações sônicas e ondas de som em rajadas de energia pelos punhos. A escolha do poder deriva da habilidade que Natália tinha na comunidade: era a enciclopédia das músicas da série "Smallville", dava toda a ficha técnica assim que o episódio terminava. Seu vasto conhecimento de referências musicais e sua predileção pela cor rosa me fez pensar em aglutinar as duas coisas. Por mais que durante a "entrevista" Natália tenha me dito que o Punk Rock não era seu gênero predileto, acho que a principal mensagem está no nome, e não no estilo: a Arrebentadora Rosa (Pink Rocker). O resto, é história (literalmente)... Em maio de 2005, o primeiro conceito da personagem foi esboçado, com direito à sua versão civil, Isabel "Bel" Vale (o sobrenome vem tanto da área do Vale do Aço - em MG - onde a heroína atua, como também de uma referência do ponto mais baixo da física ondulatória. E a opção para "Isabel" é só pelo apelido - Bel - referente à unidade de medição de intensidade sonora).
Ao fundo, versão "séria" de Pink Rocker; à frente, Isabel "Bel" Vale (esq) e Pink Rocker (dir) em versões "SD"
A heroína, à princípio, não tinha uma justificativa para o seu poder. Ela apenas conseguia fazer, como que por mutação genética. Diferente de Banshee ou Canário Negro, Pink Rocker só consegue emitir suas rajadas pelas mãos, nada de olhos ou boca neste processo. A princípio, ela era capaz de voar emitindo suas rajadas poderosas de encontro ao solo e usando como flaps de vôo (como as rajadas repulsoras nas luvas do Homem de Ferro). Isto é possível se ver na imagem abaixo, datada de agosto de 2005. Nela, a jovem vigilante foi revisitada em seu figurino e anatomia.
Pink Rocker: "Como voar nas ondas sonoras - volume 1"
Com estas mudanças de tipo de cabelo (de liso para ondulado), formato da cabeça (menos oval e mais diamante) e óculos mais largos, Pink Rocker pôde figurar no pôster publicado no dia 18 de Junho. Durante muito tempo, este conceito foi mantido e a mudança era desnecessária na minha cabeça, naquele momento. Em março de 2006, a heroína foi revisitada para figurar em novo traço junto aos companheiros na ilustração coletiva postada no dia 16 de Junho. Como uma menina de 16 anos hoje em dia já apresenta curvas apreciáveis (longe de mim a apologia à pedofilia, mas Nelson Rodrigues definiu em palavras: "Certas idades constituem à mulher, digamos assim, um afrodisíaco eficacíssimo. Por exemplo, 14 anos." Não fui eu quem disse, foi Nelson Rodrigues! Ele que responda, no Céu ou no Inferno, nosso Anjo Pornográfico!), então, vamos mostrar um pouco mais de pele.
Pink Rocker, em estrutura de puberdade crescente.
Com as roupas mais femininas e menos "Menina-Macho" (o que muitas meninas roqueirinhas parecem, usando aquelas roupas largas), Pink Rocker já pode ser analisada com menos reticência. Mas aí caí num outro porém: ela ficou mais "Pink" do que "Rocker". Eu perdi muitos traços da agressividade musical dela e isto fugia do seu conceito. Alguns elementos, por mais discretos que fossem, deveriam complementar seu figurino. Foi quando, em 2006, a heroína teve um novo banho de loja e alguns traços agressivos retornaram.
Pink Rocker com mais agressividade visual: à esquerda, primeiro ensaio; à direita, rotação mais nova.
É possível ver mais do que uma mudança no corte de cabelo: a camisa encurtou mais um pouco (pele, por favor...); as munhequeiras se tornaram de couro e com tachinhas metálicas; o cinturão no mesmo estilo das munhequeiras; meia arrastão e coturnos de couro. Vale notar o ensaio de um novo símbolo peitoral nas versões a lápis. Todo este esboço serviu para abrir as portas para o traço dinâmico e fluido do pôster exposto no dia 20 de Junho. Infelizmente, produzi a imagem direto para a ilustração coletiva, sem a rotação para estudo que outros tiveram. A imagem abaixo data de janeiro de 2007.
Pink Rocker em vôo, preparando um ataque, de 2007.
Nesta versão, além das mudanças citadas acima, houve uma alteração que veio para ficar. Assim como Arcanjo Zero, Pink Rocker terá uma mudança no cabelo quando acionar seus poderes especiais. Mas não nele todo, apenas numa mecha da franja, como a Vampira, dos X-Men. Este tufo de cabelo se tornará rosa-shocking desde a raiz até a ponta. Com isso, a identidade da heroína mineira se preservará não apenas com grandes óculos, mas, também, com a coloração berrante de seu cabelo. Mas é engraçado como eu sempre fiquei neste impasse entre o radical e o sensual de Pink Rocker. Eu nunca consegui unir as duas coisas de maneira efetiva na personagem. Tanto que eu ensaiei várias possibilidades (algumas muito esdrúxulas, como podem ser vistas abaixo, todas de 2008).
Pink Rocker: bizarrices de figurino, mas possibilidades de uniforme.
Foi, então, que outro conceito surgiu na personagem, que a definiu como peça importante em toda a trama do grupo. Pink Rocker não é humana. É uma andróide feita de uma liga metálica não natural do nosso planeta e movida por um transdutor atômico em seu peito, no lugar do coração. Isabel não imagina que ela não é um ser vivo, mas, sim, um autômato criado por um casal de cientistas e que recebeu o cérebro de sua finada filha, vítima de insuficiência cardíaca ainda bebê. Usando uma pele sintética  desenvolvida para enxertos sem rejeição em queimados, os cientistas deram nova vida à sua filha. "Mas e como ela cresce?" Primeiramente, a manutenção de upload e recall feita pelos pais cientistas são feitas durante o sono da menina, que é "desligada". O conversor atômico de energia continua inalterada em todas as revisões. Para que ela não notasse que nunca quebrava um osso ou ficava doente, eventualmente eles emulavam uma gripe no sistema do andróide, mas logo era curada. O que os cientistas não imaginavam é que a natureza prega peças: alguns hormônios, na puberdade da moça, começaram a interagir com a fonte no peito da moça, conferindo uma carga extra de energia. Daí, ela extrai seus poderes. Um ensaio disto pode ser visto na imagem abaixo, de agosto de 2008.
Pink Rocker: versão vestida e "pelada"
Finalmente uma origem, uma fonte de poder e motivações dramáticas para a personagem. O símbolo da heroína, agora, também tem uma finalidade: é a iluminação excessiva da fonte nuclear em seu peito se manifestando. Por dentro, Pink Rocker já está totalmente definida, mas continua o drama: e por fora? Entra outro fator que vai auxiliar na manutenção de sua identidade secreta: seus olhos ficam rosa-shocking, assim como as mechas frontais da moça. Assim, os óculos podem ser dispensados. Figurino: tem que ser agressivo e levemente sensual. Cores padronizadas devem ser adotadas. São elas: negro, rosa e tons de cinza. Esqueci saias e bermudões, substituí por um short jeans circundados por um cinto de couro com tachas; luvas de couro e munhequeiras negras com tachas; sai a camiseta com o símbolo e entra o casaco negro com capuz; e os coturnos negros dão lugar aos confortáveis tênis rosas. A meia arrastão continua neste figurino. Isto pode ser visto no estudo bilateral abaixo, datado de maio de 2009 e que influenciou a imagem do pôster a ser publicado em breve.
Isabel Vale/Pink Rocker: o visual de combate definitivo.
Mas como todo "bicho-gente", eu sou um eterno insatisfeito. Vários traços começaram a fervilhar na minha cabeça. O que parece ter vindo pra ficar foi o figurino de guerra. Pink Rocker tem um visual definido. Mas e o figurino de Bel? A anatomia também foi estudada várias vezes e muitas imagens de referência foram elaboradas para análise, como podem ser vistas nas ilustrações abaixo, que datam do período entre abril e julho de 2010.
Pink Rocker: a melhor de três ficou com a que está na frente.
Mas, então, cheguei à proposta que mais me agradou, em agosto de 2010. O rosto chegou ao formato que me agradou, o cabelo começou a parecer novamente com a da moça que inspirou a heroína, o sorriso e os olhos idem. Um aperitivo do resultado se encontra aí abaixo, com um capuz menos revelador.
Pink Rocker/Isabel Vale: batida atômica de um coração.
Mas quem seria uma atriz de aspecto jovial (aparentando entre 16-18 anos), que esteja numa escalada de carreira expressiva? E, principalmente, com uma cara de mineira (semblante curioso e virginal)? Eu me encantei na hora com Sophie Charlotte, atriz e bailarina nascida na Alemanha, mas radicada brasileira. Esta jovem de 23 anos se passa tranquilamente por uma menina inocente, mas com atitude. Nela, eu enxergo Isabel Vale/Pink Rocker!
Sophie Charlotte, 23 anos, atriz e bailarina alemã radicada brasileira.
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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 06/08/2012;
2) por Vitor Hugo Mota, em 27, 28 & 29/05/2005;
3) por Vitor Hugo Mota, em 16 & 30/08/2005;
4) por Vitor Hugo Mota, em 06/03/2006;
5) por Vitor Hugo Mota, em 15/12/2006;
6) por Vitor Hugo Mota, em 12/01/2007;
7) por Vitor Hugo Mota, em 08/04, 26 & 27/08/2008;
8) por Vitor Hugo Mota, em 31/08/2008;
9) por Vitor Hugo Mota, em 01/05/2009;
10) por Vitor Hugo Mota, em 25/04, 18 & 23/07/2010;
11) por Vitor Hugo Mota, em 11/08/2010;
12) Fonte: Freewords, em 14/03/2012.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Dossiê DUST: A Rinha do Galo

Eclodindo o Trajeto do Galo de Metal: Tori-Jin
Se existia alguém tão nervoso quanto eu no que dizia respeito a moderar a comunidade "Smallville Brasil", este alguém era Fernando "Ferpão" Carriço. Muitas vezes dividimos os ataques contra aqueles menos "doutrinados" nas regras de postagem e, vez ou outra, a gente se desentendia. Mas eu entendia bem o que se passava na cabeça dele. Este sãopaulino de 24 anos (na época) era o terror de muitos lá e, na hora de batizar seu alter ego, fez escolhas infelizes de nome. Pesquisando sobre o que ele curtia, seu senso de violência, mas também a necessidade de ficar zen, sua data de nascimento e tudo mais. Pelo principal fato dele pertencer ao signo do Galo no horóscopo chinês e nascido no ano do Metal, tornei-o Tori-Jin (O Galo Guerreiro). Instruído em artes marciais e portador de uma energia "Chi" que cresce exponencialmente, porém pode tomá-lo como veículo de destruição. Com estes conceitos, em maio de 2005, foi feita a concepção visual:
Tori-Jin: versão "séria" e versão "Super Deformed"
Entre seus poderes, destacam-se o vôo, as rajadas manuais (que, quando concentradas, geram um ataque especial chamado Tori no Asa Taiyo Koosen, o "Lampejo Solar da Ave da Manhã"), aura de energia, agilidade ampliada e força concentrada. Por figurar no hall de heróis que possuem poderes de vôo e auras energéticas, a parceria entre Arcanjo Zero, Manopla e Tori-Jin foi muito feliz em batalha. Os três se tornaram muito unidos, como dá para notar na imagem civil de Moisés Mayer, Miguel Katz e Gabriel Freitas (nome de batismo de Tori-Jin), datada de maio de 2005:
Moisés Mayer e Miguel Katz segurando Gabriel Freitas: um trio enérgico!
Mas, em agosto de 2005, os preparativos para o pôster da equipe começaram a ser feitos e Tori-Jin acabou sendo revisitado. Poucas coisas mudaram, mas foram necessárias para alcançar o ponto de união dos membros da equipe na imagem publicada no dia 18 de Junho.
Tori-Jin: com muita força de vontade, tudo é possível!
Em conjunto com Manopla, Tori-Jin conseguiu dar fim a uma etapa da ameaça que uniu o grupo, de forma espetacular. Mas também, ao fim da saga, podemos ver que algo dentro dele quer sair. Por mais que negue que o controle sobre esta força está sendo perdido, Tori-Jin sabe o que está acontecendo, pois a origem de seus poderes está diretamente ligada a uma maldição: em troca de uma nova chance de viver, Gabriel se tornou uma "prisão" de uma entidade maligna. O problema é que a entidade lhe seduz com os poderes que oferece ao jovem, o que enfraquece as "barras da prisão". Em março de 2006, o herói foi reformulado, recebendo algumas poucas alterações de visual, servindo de base para a ilustração postada no dia 16 de Junho:
Tori-Jin/Gabriel Freitas: novas penas para o Galo Guerreiro
As mudanças incluem: encurtamento das mangas do kimono; fechamento dos buracos nos ombros, retirada do brasão frontal; troca da faixa amarela abdominal por uma faixa adequada ao kimono e mudança da cor das botas e luvas. Nesta época foi elaborado o conceito do "Galo de Metal": o mestre de Gabriel disse que dentro dele reside um grande mal, mas que pode ser detido pelo domínio total do espírito forte do jovem herói. A prisão da entidade maligna será eterna quando o "Chi" de Tori-Jin alcançar o nível de integração total de corpo, alma e mente, assumindo definitivamente a forma do Galo de Metal. Gabriel não entende bem o quanto isto é mito ou fato, mas continua tentando dominar o desenvolvimento crescente de sua energia. Em maio de 2006, uma imagem dos "Três Energéticos" foi elaborada, apenas para ilustrar a amizade em combate e Manopla, Arcanjo Zero e Tori-Jin:
No fim de 2006, uma preparação para uma nova reformulação foi feita e Tori-Jin não escapou a esta revisão.
Tori-Jin: fim de 2006
E esta versão crua serviu para viabilizar a versão dinâmica e fluída dos heróis. Com muita objetividade, Tori-Jin foi desenhado diretamente para o pôster - exibido no dia 20 de Junho -, sem receber um estudo de rotação de Gabriel Freitas e sua versão uniformizada, em janeiro de 2007.
Tori-Jin a ponto de lançar seu Tori no Asa Taiyo Koosen
No 9º episódio do grupo, as origens de Gabriel são reveladas. Envolve um acidente de carro sofrido numa noite chuvosa graças a aparição inesperada de um demônio nipônico diante do veículo. Com a morte iminente, Gabriel aceita a proposta do demônio de fazê-lo ficar vivo e poderoso, ams em troca deveria manter a essência do monstro dentro do corpo para que ele não se dispersasse e sumisse da existência em nosso plano físico. Após um tempo, Gabriel se viu impelido a procurar ajuda e um velho mestre japonês se ofereceu para ensiná-lo a arte de dominar a si mesmo e seus monstros interiores. Ao fim do treinamento, Gabriel retorna para casa e faz bom uso dos ensinamentos adquiridos e dos poderes que lhe custaram tão caro. Durante dois anos fiquei sem mexer no visual de Tori-Jin, pois até então ele estava consolidado e com um destino traçado: conflitos internos intensos, desentendimentos com equipe, excessos com bandidos e uma paixão sincera e verdadeira por uma heroína que não faz parte da equipe. Algumas coisas ainda não foram escritas, mas todas planejadas. Em maio de 2009, um estudo bilateral de Gabriel Freitas/Tori-Jin foi apresentado:
Gabriel Freitas/Tori-Jin: mesmo personagem, mas as roupas...
Fácil notar a saída do capuz, dando lugar a uma faixa diante dos olhos; troca das luvas de cano médio por luvas de combate e faixas; assim como as botas, que saíram, dando lugar a sandálias e faixas. Tudo isto é condizente às origens do treinamento e poder do personagem, reforçando suas fontes. Esta imagem serviu como ponto de partida para o pôster a ser exibido em breve da equipe.

Em abril de 2010, foi necessária uma revisita ao personagem. Motivos: a minha visão de traço mudou bastante; e Gabriel estava com roupas muito... burguesas para um camarada que fez voto de simplicidade para combater o mal corruptor dentro de si. Como trabalha de zelador numa academia de artes marciais (que na verdade é dele, mas não pode ostentar por conta do voto, e também para manter os ensinamentos de seu mestre eternizados), suas vestes devem ser mais populares e baratas.
Gabriel Freitas/Tori-Jin: voto de simplicidade (não de pobreza)
E, com este conceito ainda em voga, precisei refazer o desenho acima com algo a mais: o sorriso sádico de Tori-Jin. Afinal, o poder corrompe com facilidade, mas até corromper, não quer dizer que não possa aproveitar enquanto ainda tem comando sobre si. Em julho de 2010, o herói foi redesenhado.
E chegamos ao ponto de discutir quem poderia interpretar o Galo Guerreiro de São Paulo numa versão Live Action. Infelizmente, eu não tenho idéia de quem representaria Tori-Jin e seu alter ego com maestria. Um ator jovem, que aparente entre 25-30 anos, atlético e que tenha um tino para a ação ríspida. Tendo sugestões, serão bem vindas nos comentários.

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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 06/08/2012;
2) por Vitor Hugo Mota, em 27 & 28/05/2005;
3) por Vitor Hugo Mota, em 29/05/2005;
4) por Vitor Hugo Mota, em 16, 19, 27 &30/08/2005;
5) por Vitor Hugo Mota, em 08/03/2006;
6) por Vitor Hugo Mota, em 28/05/2006;
7) por Vitor Hugo Mota, em 01/12/2006;
8) por Vitor Hugo Mota, em 14/01/2007;
9) por Vitor Hugo Mota, em 01/05/2009;
10) por Vitor Hugo Mota, em 26/04/2010;
11) por Vitor Hugo Mota, em 17/07/2010;.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Dossiê DUST: O Arcanjo Miguel

Receba o Testemunho sobre o Trajeto da Adaga de Deus: Arcanjo Zero
Fechando a semana de representantes gaúchos na equipe de heróis, é a vez de Arcanjo Zero. Este personagem foi totalmente concebido pelo membro de "Smallville Brasil" Luiz Ulisses Bender. Na comunidade do Orkut onde ele integrou o grupo, foi responsável - junto comigo e outros 2 membros - por pontos de referência para esclarecimento de dúvidas e construções de tópicos interessantes, como "Spoilers Que Gostaríamos de Ler", que acabou servindo como veículo de troca de experiências e na construção dos primeiros episódios da equipe. A ele devo muito pela construção do arco de estréia do grupo. Luiz Ulisses conjecturou o personagem como uma reflexão de sua própria vida, mas como seriam diferentes as coisas se ele tivesse habilidades fora do comum para fazer a vontade do Senhor. Temente a Deus, o herói/autor protestante tem como principal meta proteger a cidade de Igrejinha, no Rio Grande do Sul, e garantir um mundo melhor para sua noiva. Os seus poderes advêm de um artefato ancestral herdado de seu avô alemão, que lhe fornece carga de poderes extraordinários, como capacidade de vôo, uma aura energética intransponível (é capaz também de estender sua aura a pessoas que toque e alçá-las em vôo conjunto), rajadas de energia que podem vir de seus punhos e do símbolo no dorso - que só surge quando aciona a energia do artefato). Quando a grande ameaça assola o Brasil e se encaminha para Igrejinha, Arcanjo Zero se vê forçado a largar sua cidadezinha confortável e seguir para o mundo. A ilustração a seguir, feita em maio de 2005, foi concebida mediante orientações dele e suas consequentes reformulações - até 2008 - passaram pelo crivo do mesmo.
Arcanjo Zero: versão "séria" & versão "Super Deformed"
Uma coisa muito interessante é que, por ser uma pessoa de ordem popular, ele tem um uniforme baseado em trajes do dia-a-dia. Um casaco, jeans e tênis são básicos no sul do país e um capuz e luvas podem ser carregados no bolso. Como o símbolo só surge quando ele evoca a energia do artefato religioso, é ainda mais fácil esconder sua identidade e tornar-se um herói a cada esquina. Alguns vilões foram sugeridos por mim ao Sr. Bender no fim de maio de 2005...
Arcanjo Zero e uma galera sinistra para enfrentar: BlackBurn e o Emissário
... mas ele levou à sério demais! Era só uma brincadeira mesmo, mas como as rédeas do personagem até então estavam em suas mãos, Bender sugeriu outros vilões para seu herói (embora ele tenha sido benevolente em permitir uma rápida citação ao Emissário no segundo episódio da equipe) e foram levados às aventuras do "Anjo Gaúcho". Então, em agosto de 2005, foi feita a primeira reformulação do personagem, que serviu de base na composição do pôster publicado em 18 de Junho.
Arcanjo Zero em sua primeira reformulação
Alguns conceitos podem ser observados: o casaco ficou mais simples (sem detalhes na manga); o capuz se tornou uma máscara mais simples; e seus cabelos agora se tornam prateados - como as asas dos anjos - quando ativa a energia evocada do artefato. Em março de 2006, Arcanjo Zero ganhou nome e profissão: Luiz Miguel Katz, contabilista ("Não é contador?"/"Não. Ele é CONTABILISTA."/"Pelo menos não é contínuo..." - o papo que tivemos no dia em que isso foi definido. Não esqueço). Seu visual em ação é mais arrojado do que quando civil, como é pincelado na imagem a seguir, que serviu de base para o pôster publicado em 16 de Junho:
Primeiro estudo colorido do personagem. Gravata e suspensórios dão seriedade.
Apesar do semblante jovial, Luiz Miguel Katz/Arcanjo Zero é um dos personagens mais velhos da equipe, com 35 anos. Muito da sua postura ingênua ao lidar com os perigos de outras localidades do país se deve ao fato de ele ter atuado apenas em Igrejinha. Poucas vezes o herói deixou sua cidadezinha para lidar com as ameaças dos vizinhos. Em dezembro de 2006, mais uma vez o personagem foi revisitado e eu pude tirar um pouco mais da jovialidade do herói.
Nova revisão: dizem que em Deus está a vida eterna. Mas a juventude também?
Esta imagem abriu a porteira para a grande reformulação dinâmica e fluída de 2007. Nesta época, Luiz Ulisses e eu começamos a ter algumas "divergências criativas" que nos punham a discutir muitas coisas em relação ao projeto (coisas que desabonam a permanência do Arcanjo Zero na equipe e de Bender no corpo criativo). Mas ainda assim, continuamos a tentar. Todos têm suas crises (não falo só dele). Aí, em março de 2007, um estudo de rotação de Miguel Katz (sim, consegui fazer com que Bender tirasse o "Luiz" do nome para não ficar tão evidente que aquele cara é ele em quadrinhos. Ele mesmo disse que Miguel já é o suficiente por remeter ao Arcanjo Miguel, sua inspiração angelical) e seu alter ego, Arcanjo Zero. Esta ilustração deu a base para o herói na sua aparição do pôster usado em 20 de Junho
Miguel Katz/Arcanjo Zero: um pouco de Clark Kent na mistura
Note que dei um visual mais plácido e inofensivo ao Miguel, muito inspirado no Clark Kent feito pelo Cristopher Reeve em "Superman". Com este tipo de postura, ninguém desconfia que ele é um super-herói. Este padrão de personagem definiu muito da postura do herói. Consegui deixá-lo num físico de quem poderia mesmo ter 35 anos e que seria apenas "mais um cara" quando à paisana. Mas aí, em 2008, veio a ruptura. Estava realmente ficando inviável a permanência de Bender junto comigo e Diego Pamplona na mesma equipe. O Diego bem que tentou ser o equilíbrio entre os três, mas realmente as ideologias não batiam. Apesar da ruptura, respeito Luiz Ulisses e desejo os melhores votos para suas criações. Por eu ter boa parte de autoria de personagens e ter sido responsável pelas poucas - porém fundamentais - mudanças do Arcanjo Zero, ele achou por bem não entrar em atritos e manter o personagem por lá, desde que eu afastasse, mais pra frente, o herói do grupo. Não seria difícil, pois ele sempre se questionou das companhias que tinha no conjunto. "Será que estou na equipe certa", era algo que o herói sempre questionava. Com este acordo feito, o corpo de autores rompido, Pamplona e eu caímos dentro para tentar compensar o buraco deixado com a saída de Bender. Não sou modesto em dizer que conseguimos. Muitas excelentes histórias e brainstormings foram realizados e arquivados para serem refinados (inclusive o episódio duplo de despedida do Arcanjo Zero). Uma leve mudança foi feita no personagem em 2009, pouco mais de um ano após a saída do colega. A máscara foi ainda mais simplificada, já que os detalhes eram desnecessários, conforme pode ser visto nestas duas imagens, ambas de maio de 2009:
 Arcanjo Zero evocando toda a sua aura
Estudo bilateral de Miguel Katz/Arcanjo Zero
Esta imagem acima serviu de base para o pôster já pronto da equipe a ser postado em breve. Recebi até uma dica para mudar o personagem, trocá-lo por outro, já que houve esta rusga entre os criadores. Duas coisas me fizeram declinar da proposta: 1) Quando os pais se separam, a criança não tem culpa disso. Ela nunca deixará de existir; 2) Tenho capacidade pra criar outro personagem com pegada parecida? Tenho, mas será, para sempre, um substituto. Eu respeito a passagem do personagem na equipe e a participação de Luiz Ulisse Bender na nossa equipe. E tem outra: como se ninguém soubesse que membros de super-equipes vêm e vão! Ele passou por ali e viu que deveria partir para Igrejinha. Todos devem respeitar isso. É o livre arbítrio. Em agosto de 2010, revisitei o personagem, mas praticamente nada mudou desde a versão de 2009. Talvez o corte de cabelo!
Arcanjo Zero/Miguel Katz: Foi bom enquanto... foi bom!
E quem? Quem poderia interpretar o nosso Anjo Gaúcho quase quarentão na versão Live Action? Não pode ser um ator jovem. Deve ser um cara desengonçado pela magreza, semblante plácido e ingênuo? Olhando o personagem e relembrando o seu criador, não consegui fugir de um excelente ator de comédia que já fez ótimas representações dramáticas: o cearense Tadeu Mello. Já fez papel de Guarda (Araripe), atualmente trabalha na "Turma do Didi" (o coitado tem que pagar as contas. Bem ou mal, a Globo paga pra ele passar essa vergonha) e dubla o Sid, a Preguiça em "A Era do Gelo". O ator, de 42 anos, me agrada interpretando o nosso herói e seria a experiência num elenco jovem. Então, Tadeu Mello é Miguel Katz/Arcanjo Zero.
Tadeu Mello, cearense, 42 anos
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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 28/11/2005;
2) por Vitor Hugo Mota, em 27 & 28/05/2005;
3) por Vitor Hugo Mota, em 31/05/2005;
4) por Vitor Hugo Mota, em 16, 19 &30/08/2005;
5) por Vitor Hugo Mota, em 03/03/2006;
6) por Vitor Hugo Mota, em 07/12/2006;
7) por Vitor Hugo Mota, em 27/03/2007;
8) por Vitor Hugo Mota, em 01/05/2009;
9) por Vitor Hugo Mota, em 05/05/2009;
10) por Vitor Hugo Mota, em 11/08/2010;
11) por Wikipédia;