Sabe aqueles episódios de seriado em que ninguém escreveu nada novo e colocam um episódio de "Olá! Hoje vamos relembrar os momentos marcantes desta temporada! Se você viu, relembre e se emocione novamente! Se não conhece, é uma ótima oportunidade de você conhecer esta turminha da pesada e suas altas confusões!"
Hoje, um pout-pourri dos membros da equipe principal e os atores escalados para interpretá-los. Divirta-se!
Elenco:
Amphiboy/Leonardo Marinho → Helder Agostini
Arqueiro/José Roberto Pinto → Murilo Couto
Capitão Falcão/Mário Moura → Carlos Casagrande
Dr. Kranio/Fernando Reis → Aílton Graça
Emissário/Miguel Katz → Tadeu Mello
Lebre Rubra/Eduarda Canavarro → Carla Diaz
Manopla/Moisés Mayer → Fernando Alves Pinto
Nervoso/Alexandre Martins → André Gonçalves
Oculto/Horácio Vasconcelos → Miguel Roncatto
Pacífica/Teresa Lupe → Erika Coracini
Pink Rocker/Isabel Vale → Sophie Charlotte
Poison Lan/Elaine Ikeda → Renata Sayuri
Primo → Matheus Rocha
Scan/João Pedro Santos → Guilherme Berenguer
Tori-Jin/Gabriel Braga → Rodrigo Andrade
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Cast-O-Risco: Equipe Principal
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Ano de Eleição, Ano de Promessas! - Parte 1
Conforme prometido durante praticamente 2 meses, chegou o momento em que o pôster de 2009 será exposto. Espero que eu não tenha feito um alarde tão grande a ponto de murchar o mais ávido leitor! É como dizem: "É o que tem pra hoje", hehehehe!
Como já foi dito antes: nunca fui um dos melhores desenhistas de cenário da face da Terra - muito pelo contrário. Mas entendendo a necessidade disto, estou treinando este aspecto falho para agregar mais valor ao meu traço.
O pôster com imagens de 2010 terá uma pequena reformulação, já que o de 2012 está em produção. Muitas revisões foram feitas e, em breve, serão expostas.
A imagem acima data de abril de 2009 e foi estampa de uma camisa que usei durante um bom tempo. Atualmente, tenho como mousepad.
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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 23/04/2009.
2) Fonte: TalentMix, em 2012; e por Vitor Hugo Mota, em 17/07/2010;
3) por Vitor Hugo Mota, em 21/08/2012.
Como já foi dito antes: nunca fui um dos melhores desenhistas de cenário da face da Terra - muito pelo contrário. Mas entendendo a necessidade disto, estou treinando este aspecto falho para agregar mais valor ao meu traço.
O pôster com imagens de 2010 terá uma pequena reformulação, já que o de 2012 está em produção. Muitas revisões foram feitas e, em breve, serão expostas.
A imagem acima data de abril de 2009 e foi estampa de uma camisa que usei durante um bom tempo. Atualmente, tenho como mousepad.
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1) por Vitor Hugo Mota, em 23/04/2009.
2) Fonte: TalentMix, em 2012; e por Vitor Hugo Mota, em 17/07/2010;
3) por Vitor Hugo Mota, em 21/08/2012.
IMAGENS EXTRA
Rodrigo Andrade, ator e compositor de Altinópolis/SP de 28 anos para interpretar Gabriel Freitas/Tori-Jin
Atualização do visual de Zero Grau. Pensando num novo nome...
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
Dossiê DUST: Nunca Julgue Um Livro Pela Capa
De tocaia no Trajeto do Rastreador Bestial: Farejador
Farejador foi baseado no moderador de "Smallville Brasil" Wilber, que sempre teve um bom relacionamento com todo mundo. Tinha uma presença marcante e conseguia identificar com poucas buscas um membro da comunidade com intenções duvidosas ou um novo integrante desorientado quanto às normas de bom uso da ferramenta digital. A gente dizia que ele conseguia "farejar" problemas de longe. Com esta política boa praça e capacidade de rastrear os problemas, Wilber se tornou um tipo de predador-nato, que espreita seus agressores: um lobo. E qual o único "lobo" que temos em território tupiniquim? O Lobo-Guará. Sua pelagem foi fiel a este espécime. Mas como ele se tornou este lobisomem brasileiro?Primeiramente, é preciso entender a gênese do personagem. Sua mãe era uma índia no sudoeste amazonense, membro de uma tribo com pouco contato com a população branca. Ainda jovem, a índia descobriu-se grávida e disse ao seu pai - o pajé - que tinha sido cortejada pelo lendário Mapinguari, uma criatura mítica das florestas amazônicas. A vergonha da sua filha estar grávida de um desconhecido e a influência de sua palavra fizeram com que o pajé decretasse a jovem índia como patrimônio místico da tribo e que sua gravidez deveria ser louvada. Mas, com a morte do conselheiro espiritual, a índia foi exilada por representar a maculação da cultura daquela tribo.
Vagando pelas florestas, logo a grávida foi acolhida por um líder ambientalista branco, William Bernardes. A paixão platônica pela índia fez com que o ambientalista jurasse assumir a paternidade da criança, dando-lhe todos os subsídios para que não fosse vítima - mais uma vez - da ignorância. Mas William nem imaginava que, ao fim de nove meses de gestação, a índia pariria um bebê que mais e assemelhava a um cão: nasceu com toda a estrutura de uma criança, mas com pêlos castanhos, pequenas presas finas na boca e almofadas nas palmas da mão e plantas dos pés e dedos, além das orelhas pontiagudas e do focinho escuro e molhado. Mantendo sua palavra e demonstrando um amor incondicional pela índia e sua cria, William reconheceu o bebê comos eu filho: Wilson Bernardes.
Mas, por medo de como as pessoas reagiriam à sua existência, William tratou de educar Wilson em casa, longe dos olhos da sociedade. Após a morte de William na mão de madeireiros clandestinos e dos abusos inferidos à sua mãe, Wilson decide fazer justiça pela selva que seu pai tanto defendia: espreitando pela copa das árvores, correndo pelas clareiras úmidas e atacando de trás de rochas, o jovem "Mapiguari" tornou-se uma Besta Vigilante implacável, mas com moral mais humana do que a dos que mataram seu pai. Wilson ataca seus oponentes e os entrega às portas da polícia florestal, mas pensa muito em cruzar a linha entre o correto e o eficiente.
Mas como surgiu o nome "Farejador"? Naturalmente, por se tratar de uma "Lenda Moderna" da Floresta Amazônica, Wilson não se preocupou em contrair um codinome. Mas, durante a aventura "Lei da Selva" - o 16º episódio da equipe - o jovem "mutante" vê a ação altruísta de quatro heróis da "cidade" contra exploradores inescrupulosos de tesouros perdidos: Arcanjo Zero, Capitão Falcão, Nervoso e Poison Lan. Vendo que nem todos os homens brancos (e mulher amarela) são ruins, Wilson decide apoiar o quarteto, com quem desenvolve uma amizade instantânea. Por ser um rastreador-nato, se guiar pelo nariz entre as árvores, ele recebe dos heróis o apelido de Farejador. Abaixo, imagens que datam de novembro de 2005 e janeiro de 2007, esta última figurando da ilustração coletiva publicada no dia 21 de Junho:
Farejador: a prova de que a qualidade de um produto está dentro da embalagem, e não nela.
Em setembro de 2007, um estudo de rotação de Wilson Bernardes/Farejador foi elaborado, dando um pouco mais de bestialidade ao personagem, usando o Lobo-Guará como base de pelagem do herói silvestre. Como Wilson não possui uma forma "humana", o estudo se limita ao que ele usa roupas mais rústicas e camufladas (uma bermuda e um boné - uma das coisas que o Wilber, da comunidade "Smallville Brasil", sempre usava).
Wilson Bernardes/Farejador: mais animalesco e mais sério.
Para um novo pôster dos Membros da Reserva, Farejador recebeu uma levíssima repaginada, onde a maior mudança ficou na mudança da cor da ponta de sua cauda e da parte interna das orelhas.
Farejador: "a selva é implacável. E eu sou seu agente."
E, para interpretar o nosso vigilante amazonense, pesquisei algum ator jovem, que esteja se destacando a um tempo em várias mídias, que tenha uma simpatia inocente e discreta, mas também possa parecer feroz e forte. Não me arrependo em ter selecionado Thiago Martins, ator e cantor carioca de 24 anos, que vem se destacando em novelas e que já esteve no cinema em obras como "Cidade de Deus" e "5x Favela", para ser o intérprete de Wilson Bernardes/Farejador.
Thiago Martins, 24 anos, ator e cantor carioca
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1) Fonte: Cutting The Days - DevianArt, em 08/04/2007;
2) por Vitor Hugo Mota, em 29/11/2005 & 29/01/2007;
3) por Vitor Hugo Mota, em 21/09/2007;
4) por Vitor Hugo Mota, em 20/08/2012;
5) Fonte: UOL Entretenimento - Televisão, em 27/07/2011;
6) por Vitor Hugo Mota, em 18/05/2005, 20 & 21/12/2006;
ILUSTRAÇÃO BÔNUS
Capitão Falcão/Mário Moura: em versão uniformizada, ambas de 2006; e civil, de maio de 2005.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Dossiê DUST:Assuntos Mortos Nem Sempre Estão Enterrados
Colocando em panos limpos o Trajeto da Apavorante Cadáver: Fantasmagoria
A princípio, Fantasmagoria era uma ameaça à noite de São Paulo, no quinto episódio do grupo de heróis: "Calada da Noite". Nesta história, um regimento da equipe deve investigar acontecimentos bizarros que assolam as imediações das marginais Pinheiros e Tietê. Lá, cada herói enfrenta manifestações de seus maiores temores incitados pelo espírito perturbado de uma jovem vítima do ataque alienígena que devastou aquela região da cidade. Somos convidados a revisitar o segundo episódio, onde Poison Lan lutou contra uma das cópias da ameaça, que lançou um ônibus de cima de um viaduto em direção ao rio Tietê. Quase todos os passageiros sobreviveram, com exceção de uma jovem, que acabou presa nas ferragens do banco do coletivo e desceu ao fundo do poluído rio paulista, falecendo. Sua morte foi somada às estatísticas de desaparecidos durante o grande ataque a terras tupiniquins. Agora, com a alma perturbada entre os dois planos - fisico e etéreo - a moça conta com um corpo reanimado por energia indeterminada somada às águas "experimentais" armazenadas no rio Tietê.
Após ter sua morte esclarecida e os supostos culpados "perdoados", a ameaça some, com a bênção de Poison Lan e seus companheiros. Mais adiante, quando a equipe se encontra sob o domínio de um inimigo maior, Zero Grau reúne cinco indivíduos catalogados nos relatórios do grupo como possíveis aliados e forma convoca os Membros da Reserva. Dentre eles, o herói gélido escala Fantasmagoria com receio, pois não tem certeza do que motiva a morta-viva. Mas uma coisa é incontestável: suas habilidades são de um grande valor e, se conduzidos de forma correta, farão a diferença na missão de resgate. Fantasmagoria fica mais poderosa quando explora o medo de seus alvos, adentrando a mente de seus oponentes e devorando seus temores. Quanto mais debilita seus adversários, mais forte a morta-viva fica, porém menos próxima à redenção ela se encontra, o caminho para sua paz espiritual. Desta forma, ela deve sempre fazer uma escolha: ou usa seus poderes e esquece parcela do que conseguiu na busca por sua identidade (Fantasmagoria não recorda de sua vida pré-mortem); ou se omite para manter sua humanidade, mas compromete a vida dos colegas. Não importa que decisão tome, ela será egoísta, justamente o que ela condena. Abaixo, o primeiro conceito, de 2005 (no qual eu a deixei com aspecto mais de fantasma), e a imagem que serviu de componente para o pôster publicado no dia 21 de Junho (mais zumbi que espectro):
Fantasmagoria: de estatística de indigentes a ameaça regional
O último conceito, de janeiro de 2007, serviu como base para a elaborar a reformulação mais recente. Poucas adições foram feitas, mas fiz questão de que o "uniforme" da cadáver ambulante fosse sempre a roupa com a qual ela veio a falecer no princípio da história.
Fantasmagoria: algumas vezes, o Tietê cospe algo de volta.
Chegamos à etapa onde devo escalar quem poderia dar "vida" à funestra personagem. Pesquisando alguns atores/atrizes na net, acabei encontrando o perfil da atriz mineira Chandelly Braz, de 27 anos. No início, para recolher informações sobre a moça fiquei num dilema entra sua naturalidade: Pernambuco ou Minas Gerais, mas logo vi que ela nasceu em Domingos da Prata/MG e, recém-nascida, foi para Pernambuco. Provavelmente, você só deve ter visto Chandelly - se já a viu - de relance em papéis mais... voluptuosos, mas acredito que seria um desafio como atriz a moça interpretar uma morta-viva desprovida de sensualidade, que fosse a encarnação da própria agonia na Terra. A imagem abaixo corresponde a uma estrutura física que a moça já teve e que é plenamente aceitável para a personagem. Não vejo por que Chandelly Braz deixaria de interpretar Fantasmagoria.
Chandelly Braz, atriz mineira de 27 anos
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1) por Vitor Hugo Mota, em 28/11/2005 & 29/01/2007;
2) por Vitor Hugo Mota, em 19/08/2012;
3) Fonte: Central de Notícias, em 14/11/2010
4) por Vitor Hugo Mota, em 05/02/2008, 24/07/2009, 19/01/2010 & 17/08/2010.
ILUSTRAÇÃO BÔNUS
Poison Lan, de 2008 a 2010: responsável colateral por Fantasmagoria
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Dossiê DUST: A Cobra Nervosa Anfíbia Cabeçuda!
POSTAGEM EXTRA: ARQUIVOS RESGATADOS
A postagem de hoje resgata arquivos que estavam em arquivos-mortos físicos, não escaneados. Alguns pecam pela falta de data, pois eu, infelizmente, não realizei a especificação de período. A datação por carbono ainda não é uma opção pra mim, mas tentarei relembrar os contextos.
Primeiras versões de Lan Ikeda/Poison Lan em SD (2005); e versão transitória de 2006
Lorde Fúria em 2006; em sua segunda versão em SD (2005); e mais dinâmico e fluído, em 2007
Leonardo Marinho/Amphiboy em SD (nas pontas, 2005); em 2006 (em pé, ao centro); e mais versátil em 2007

Lá atrás, Dr. Kranio/Fernando Reis (2006); ao meio, Fernando Reis (2005, em SD) e Dr. Kranio (2006); e a frente, primeira versão do herói (2005)
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Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 2005 & 2006;
2) por Vitor Hugo Mota, em 2005, 2006 & 2007;
3) por Vitor Hugo Mota, em 2005, 2006 & 2007;
4) por Vitor Hugo Mota, em 2005 & 2006;
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Dossiê DUST: Tem Que Ter Cabeça...
Um "papo-cabeça" sobre o Trajeto do Líder Soturno: Dr. Kranio
Toda equipe deve ter um líder forte, firme e de postura imbatível. E era claro que quem tinha esta função em "Smallville Brasil" era o camarada que inspirou este personagem do qual vamos falar. Ele atendia pela alcunha de "Kickbutts" (com direito a um brasão bastante estilizado, que lhe rendeu o título de "Doutor"), por que - verdade seja dita - ele era bem ríspido na tratativa daqueles que montavam tópicos repetidos e/ou não pesquisavam antes nos tópicos existentes, repetindo as perguntas. Vendo-o como um "Batman" da equipe, saiu a concepção do "parrudo" líder em maio de 2005.
Dr. Kickbutts "sério", de maio de 2005.
O grande problema é que o nome "Kickbutts" não só soa muito agressivo e prepotente, como também não tem um bom apelo para um líder. Parece nome de um Leão-de-Chácara, batedor da máfia ou coisa assim. Então, para não perder a pegada do brasão, decidi por rebatizá-lo como "Dr. Kranio". Assim como os outros personagens, "Dr. K" (como ficou conhecido e que faz alusão tanto a ele ser "K"abeçudo como também "K"areca) teve uma vida mais "ativa" na versão "Super-Deformed". Seu primeiro estudo de rotação parcial foram feitos em maio de 2005 e serviu de base para o pôster do dia 18 de Junho.
Dr. Kranio em rotação , posição do 1º pôster e acompanhado de Poison Lan, em maio de 2005.
Dr. Kranio não tem poderes. Se garante apenas na sua astúcia, conhecimento e físico (sendo mais forte do que ágil, haja visto sua carcaça rotunda. Assim como o Batman, Dr. Kranio não usa armas de fogo. Mas não por elas inferirem um bloqueio psicológico no Cavaleiro das Trevas, mas pelo fato do Justiceiro de Curitiba já ter se machucado com uma arma usada por ele próprio no passado. Utiliza, então, uma pistola de pressão com cabo de aço para se deslocar pela cidade. Cidade esta assolada por alguns vilões (notoriamente arremedos de ameaça), conforme ilustrados em maio de 2005.
Dr. Kranio, em maio de 2005, enfrentava as ameaças do Pícaro e do Troglodita.
Mas como deu para perceber na postagem do dia 09 de Julho, sobre o herói Scan, eu tenho uma autocrítica violenta em relação à concepção dos meus personagens. E o fato do Dr. Kranio ser um Batman essencialmente no visual, decidi dar uma nova cara para ele. Fica a capa e o brasão. Sai a pistola, o cinto com cartucheiras, o collant cinza, as botas e luvas negras. Entra mochila de utilidades sob capa, boleadeiras de propulsão sobre o antebraço esquerdo, luvas e botas brancas, faixas brancas pelo collant azul para simular um esqueleto e, por fim, um capacete feito com tecnologia similar ao visor do Arqueiro (postagem do dia 11 de Julho). Então, em março de 2006, um novo estudo de Dr. Kranio foi feito, revelando até seu alter ego: Fernando Reis.
Dr. Kranio, em março de 2006: por que o capuz? O capacete deve sambar na careca!
E foi com este estudo que o líder da equipe teve base para participar do pôster do dia 16 de Junho, mais uma vez encabeçando a ilustração do grupo. Em dezembro do mesmo ano, ainda foi realizada uma nova rotação do personagem, um pouco mais em forma do que "cheinho".
Dr. Kranio, em dezembro de 2006. Uma tentativa de mobilidade mais simples.
Mas não durou muito esta reformulação, pois ela foi tomada de assalto pela releitura de janeiro de 2007. Com isto, um novo estudo rotoscópico foi feito, tanto em uniforme quanto civil do personagem. E com uma grande mudança na versão civil do herói: agora, ele é mulato. Não se trata só dele ser o representante da raça negra no grupo, mas também engrandeceu muito seu background. O Brasil é isso: miscigenação, um caldeirão de etnias. Você dizer que é 100% negro, totalmente branco, legitimamente pardo, é não só um racismo violento como também uma mentira. Você, ORGULHOSO, tem que se orgulhar sim de ter toda esta variedade de sangue correndo dentro de ti. Assim como tenho orgulho em dizer que o líder da minha equipe é mulato e ganhou este estudo em março de 2007.
Fernando Reis (cima) & Dr. Kranio (baixo), em março de 2007. "E diga 'yes', diga 'yes': Sou negão!"
Com esta base, Dr. Kranio pôde figurar mais uma vez ao centro de um pôster da equipe, conforme postado no dia 20 de Julho. Houve muito mais dinamismo e fluidez em seus movimentos, porém ele acabou perdendo algo que também o definia como personagem: o corpo mais parrudo, quase que gordo. Então, em abril de 2008, fiz um comparativo de mudança.
Dr. Kranio antes (com capa) e depois (de jaquetão), o primeiro de março de 2007 e o segundo de abril de 2008.
Gostei muito do visual repaginado por vários motivos: 1) uma capa não é muito tática; 2) as peças de roupas que integram o uniforme são facilmente disfarçadas (não é que as botas e luvas pretas voltaram?); 3) o brasão virou fivela do cinto; e 4) o capacete ficou mais leve. Pena que não sei onde está a imagem onde ele está a paisana, pois ficou bem apessoado. Mas é vida que segue e, em março de 2009 - em virtude do pôster pronto vindouro - o novo estudo dele foi elaborado.
Fernando Reis/Dr. Kranio, em março de 2009. Liderança menos carnavalesca.
Com esta imagem sendo a base daqui para adiante do herói paranaense, comecei, em abril de 2009, a ilustrar um novo embate entre Dr. Kranio e Pícaro (ainda numa versão que me incomoda, mas que já tenho uma idéia de como repaginar).
Batalhas de nêmesis: Dr. Kranio vs. Pícaro. Nunca dê as costas para a bengala!
Em julho de 2010, novo estudo bilateral foi feito, mas acredite: muita coisa não mudou. Só enxertei um pouco mais de carne (barriga), deixei o tom de pele mais café-com-leite e dei um traço mais agressivo no capacete (afinal, é muito hardware dentro daquela moringa).
Dr. Kranio, em julho de 2010: depois de uma certa idade, só a astúcia conta.
Procura-se: ator de referência brasileiro que aparente 30-35 anos, mulato, porte físico robusto e que esteja afastado do cenário artístico/pouca projeção na mídia/em ascenção na carreira para representar Fernando Reis/Dr. Kranio. Na falta de algo bom na nova geração, acho que um modelo de ator a ser seguido é o de Aílton Graça. Pena que ele está um pouco avançado para o papel.
Aílton Graça: se fosse 15 anos mais novo, estava escalado.
Sugestões? Comentários a disposição.Gostou? Divulgue. Comente. Obrigado pela visita e volte sempre!
Imagem:
1) por Vitor Hugo Mota, em 10/07/2012;
2) por Vitor Hugo Mota, em 20/05/2005;
3) por Vitor Hugo Mota, em 16/08/2005;
4) por Vitor Hugo Mota, em 28/05/2005;
5) por Vitor Hugo Mota, em 04/03/2006;
6) por Vitor Hugo Mota, em 10/12/2006;
7) por Vitor Hugo Mota, em 27/03/2007;
8) por Vitor Hugo Mota, em 01/04/2008;
9) por Vitor Hugo Mota, em 12/03/2009;
10) por Vitor Hugo Mota, em 24/04/2009;
11) por Vitor Hugo Mota, em 21/07/2010;
12) fonte: http://www.jornaldopovo.com.br/site/colunas_interna.php?idColuna=167136.
Ilustração Bônus
Rotoscopia de Lebre Rubra, de 11/12/2006
Rotoscopia de Manopla, de 12/12/2006
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